Cozinha solidária: chefs aproveitam estrutura para doar marmitas

“Eu nunca tinha comido shimeji antes, aqui é comida de elite, comida boa demais”, contou Leandro Pessoa Santos, morador de rua, de 47 anos, na fila para pegar a “quentinha” do restaurante Mocotó. Localizado na Vila Medeiros, na zona norte de São Paulo, o restaurante de comida sertaneja, do chef Rodrigo Oliveira, passou a distribuir refeições gratuitas aos “vizinhos da quebrada” em situação de vulnerabilidade, na tentativa de amenizar os efeitos sociais e econômicos da pandemia de covid-19. A iniciativa teve início em 20 de março, mesmo dia em que o chef fechou os salões de suas casas para atender apenas pelo delivery.

Todos os dias, a partir das 10h da manhã, funcionários do restaurante, com luvas e máscara de proteção, distribuem as fichas que dão direito à marmita de arroz, feijão e uma proteína – a fila para garantir o almoço começa bem antes, por volta das 7h. Das 11h ao meio dia, a equipe do restaurante faz a distribuição de 200 quentinhas. “É um carinho, um afago para pessoas que, muitas vezes, não têm nada”, afirma Ricardo Lima, gerente administrativo do Mocotó.

AJUDE A AJUDAR

#DistanciaAproxima

A cachaça Arbórea, com o Instituto Coruputuba, criou um fundo para amparar trabalhadores do setor afetados com a paralisação dos restaurantes. Por meio de financiamento coletivo, converte doações em cestas básicas, produtos de higiene e medicamentos.

Novos Sonhos no centro

Gabriel Prieto, do Holy Burger, por meio da ONG Novos Sonhos, distribui marmitas, sabonetes e álcool em gel para moradores de rua. Por meio do Instituto Ybi, chefs como Janaina e Jefferson Rueda, Danielle Dahoui, Renato Deveras também contribuem.

Leia a matéria completa AQUI

 

Fonte: Site MSN

2020-04-16T10:52:53-03:00